quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O nascimento do Rei
O nascimento do Rei chegou. O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lc 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios. O Natal foi planejado na eternidade. Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou as nossas sandálias. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.
O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.
O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.
O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.
O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.
O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.
Texto retirado do site www.hernandesdiaslopes.com.br
O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.
O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.
O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.
O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.
O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.
Texto retirado do site www.hernandesdiaslopes.com.br
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Virtudes que não podem faltar a uma igreja
Estamos chegando ao final de mais um ano e nesse período as igrejas cristãs se movimentam para escolherem seus lideres, presbíteros, diáconos, presidentes de departamentos e demais ministérios eclesiásticos. Diante da crise espiritual que a igreja brasileira é alvo, se torna imprescindível resgatarmos virtudes cristãs quase em extinção nos dias atuais. Baseados no relato bíblico de Atos 6.1-7, iremos analisar quais são essas virtudes:
Em primeiro lugar, não pode faltar na igreja comprometimento (1) O texto afirma que o número dos discípulos estava aumentando consideravelmente, e as viúvas judias de fala grega estavam sendo esquecidas de receber os donativos da igreja, enquanto as viúvas de fala hebraica continuavam a perceber a contribuição. No capítulo 4.32-35 é relatado um pouco da comunidade cristã em Jerusalém antes do período acima. É dito que: Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade. Podemos perceber que as ofertas eram confiadas aos apóstolos e eles distribuíam essas ofertas de forma igualitária; o texto é enfático: não havia nenhum necessitado entre eles, todos eram atendidos, todos eram alcançados na distribuição dos alimentos, todas as pessoas necessitadas recebiam sua cesta básica, enquanto eles davam testemunho da ressurreição do Senhor. Todavia, a comunidade cresce e parece que os apóstolos não estavam mais conseguindo conciliar a pregação da palavra e cuidado pastoral com a atividade social.
Todavia, o texto sagrado informa que quem identifica esse problema não são os apóstolos, mas os cristãos helenistas que perceberam que algo estava errado e que precisava ser modificado. Às vezes o ângulo que a liderança está vendo a comunidade que preside não lhe permite enxergar alguns problemas, é preciso o envolvimento de toda a comunidade, é necessário que haja comprometimento de todos, com o objetivo único de melhorar o ambiente cristão que fazemos parte. E o mais importante é que os cristãos de fala grega não apenas identificam o problema, mas eles mesmos se colocam à disposição para solucionar o problema; todos os homens que foram eleitos possuem nomes gregos, Estevão, Felipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau; os próprios irmãos que identificaram o problema foram eleitos para sanarem o problema.
Em segundo lugar, não pode faltar na igreja solidariedade (2-4). Os apóstolos concordaram com as reivindicações e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Os apóstolos foram comissionados em primeiro lugar para pregar o evangelho da graça e não para distribuir alimentos às viúvas. Se eles não estavam mais conciliando o ministério da pregação da palavra e a assistência social, então eles tinham que escolher ou um ou o outro. Não que a comunidade não deva dar assistência às viúvas e necessitados ou que os apóstolos entendiam que esse trabalho era indigno ou coisa do gênero, o que está em foco aqui é necessidade de se distribuir funções ou responsabilidades para os indivíduos da própria comunidade, para o bem estar de todos. Se a igreja é um corpo, então, todos os membros devem trabalhar para a manutenção agradável e harmoniosa desse corpo. Os cristãos devem estar prontos a conjugar o verbo servir. No texto em análise aparece duas vezes o substantivo (diakonia) e uma vez o verbo (diakoneo). O verbo “servir” aparece 37 vezes no novo testamento; o substantivo “serviço” aparece 63 vezes. O próprio Jesus estava disposto a conjugar esse verbo quando ele diz “que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em favor de muitos”.
E por último, não pode faltar na igreja voluntariedade (5-7). Os irmãos da comunidade acataram com o coração aberto a sugestão dos apóstolos e resolveram eleger homens que pudessem estar desenvolvendo essas funções. Todavia, não basta ser voluntário, é preciso um testemunho positivo, tanto dos da igreja, quanto dos de fora, uma espiritualidade solida e por fim, disposição para ser eterno aprendiz e habilidade para aplicar o conhecimento. Eu fico pensando se os apóstolos não exigiram e cobraram demais dos novos servidores, não era apenas para distribuir os alimentos? Era preciso tanta qualificação para essa simples tarefa? E minha resposta é não. Eles não exigiram demais, não. Qualificação somada à voluntariedade é igual a resultado. O verso sete diz “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé”. Um grande avivamento espiritual estava acontecendo em Jerusalém, havia uma busca intensa e perseverante pela palavra de Deus, um espírito evangelístico-missionário permeava o ambiente daquela comunidade e Deus realizava o maior dos milagres, que é transformar um pecador miserável em uma pessoa cheia de fé e boas obras; até mesmo os sacerdotes, os perseguidores dos primeiros cristãos, se rendiam aos pés do Senhor.
A nossa oração é que Deus esteja dando sabedoria à sua igreja para selecionar homens e mulheres que tenham boa reputação, sejam cheios do Espírito Santo e cheios de sabedoria, para que Deus derrame sobre a igreja brasileira um perene avivamento espiritual, que transforme nossas igrejas e nossa nação. Que Deus nos abençoe.
Em primeiro lugar, não pode faltar na igreja comprometimento (1) O texto afirma que o número dos discípulos estava aumentando consideravelmente, e as viúvas judias de fala grega estavam sendo esquecidas de receber os donativos da igreja, enquanto as viúvas de fala hebraica continuavam a perceber a contribuição. No capítulo 4.32-35 é relatado um pouco da comunidade cristã em Jerusalém antes do período acima. É dito que: Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade. Podemos perceber que as ofertas eram confiadas aos apóstolos e eles distribuíam essas ofertas de forma igualitária; o texto é enfático: não havia nenhum necessitado entre eles, todos eram atendidos, todos eram alcançados na distribuição dos alimentos, todas as pessoas necessitadas recebiam sua cesta básica, enquanto eles davam testemunho da ressurreição do Senhor. Todavia, a comunidade cresce e parece que os apóstolos não estavam mais conseguindo conciliar a pregação da palavra e cuidado pastoral com a atividade social.
Todavia, o texto sagrado informa que quem identifica esse problema não são os apóstolos, mas os cristãos helenistas que perceberam que algo estava errado e que precisava ser modificado. Às vezes o ângulo que a liderança está vendo a comunidade que preside não lhe permite enxergar alguns problemas, é preciso o envolvimento de toda a comunidade, é necessário que haja comprometimento de todos, com o objetivo único de melhorar o ambiente cristão que fazemos parte. E o mais importante é que os cristãos de fala grega não apenas identificam o problema, mas eles mesmos se colocam à disposição para solucionar o problema; todos os homens que foram eleitos possuem nomes gregos, Estevão, Felipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau; os próprios irmãos que identificaram o problema foram eleitos para sanarem o problema.
Em segundo lugar, não pode faltar na igreja solidariedade (2-4). Os apóstolos concordaram com as reivindicações e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Os apóstolos foram comissionados em primeiro lugar para pregar o evangelho da graça e não para distribuir alimentos às viúvas. Se eles não estavam mais conciliando o ministério da pregação da palavra e a assistência social, então eles tinham que escolher ou um ou o outro. Não que a comunidade não deva dar assistência às viúvas e necessitados ou que os apóstolos entendiam que esse trabalho era indigno ou coisa do gênero, o que está em foco aqui é necessidade de se distribuir funções ou responsabilidades para os indivíduos da própria comunidade, para o bem estar de todos. Se a igreja é um corpo, então, todos os membros devem trabalhar para a manutenção agradável e harmoniosa desse corpo. Os cristãos devem estar prontos a conjugar o verbo servir. No texto em análise aparece duas vezes o substantivo (diakonia) e uma vez o verbo (diakoneo). O verbo “servir” aparece 37 vezes no novo testamento; o substantivo “serviço” aparece 63 vezes. O próprio Jesus estava disposto a conjugar esse verbo quando ele diz “que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em favor de muitos”.
E por último, não pode faltar na igreja voluntariedade (5-7). Os irmãos da comunidade acataram com o coração aberto a sugestão dos apóstolos e resolveram eleger homens que pudessem estar desenvolvendo essas funções. Todavia, não basta ser voluntário, é preciso um testemunho positivo, tanto dos da igreja, quanto dos de fora, uma espiritualidade solida e por fim, disposição para ser eterno aprendiz e habilidade para aplicar o conhecimento. Eu fico pensando se os apóstolos não exigiram e cobraram demais dos novos servidores, não era apenas para distribuir os alimentos? Era preciso tanta qualificação para essa simples tarefa? E minha resposta é não. Eles não exigiram demais, não. Qualificação somada à voluntariedade é igual a resultado. O verso sete diz “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé”. Um grande avivamento espiritual estava acontecendo em Jerusalém, havia uma busca intensa e perseverante pela palavra de Deus, um espírito evangelístico-missionário permeava o ambiente daquela comunidade e Deus realizava o maior dos milagres, que é transformar um pecador miserável em uma pessoa cheia de fé e boas obras; até mesmo os sacerdotes, os perseguidores dos primeiros cristãos, se rendiam aos pés do Senhor.
A nossa oração é que Deus esteja dando sabedoria à sua igreja para selecionar homens e mulheres que tenham boa reputação, sejam cheios do Espírito Santo e cheios de sabedoria, para que Deus derrame sobre a igreja brasileira um perene avivamento espiritual, que transforme nossas igrejas e nossa nação. Que Deus nos abençoe.
Por Daniel Novais, dirigente da C.B.B. – Congregação Batista Betel desde 2008, bacharel em Teologia pela F.B.B. – Faculdade Batista Brasileira; casado com Rita Alves.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Para orar bem, você precisa desejar o mesmo para a vida dos outros.
Para orar bem, você precisa desejar o mesmo para a vida dos outros.
"O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje". Por que não o "meu pão", mas sim o "pão nosso?" Porque na oração do Pai Nosso existe a idéia de corpo.
Pai nosso (plural), pão nosso (plural), perdoa nossas dívidas (plural), livra-nos (plural). Isso é solidariedade. Se você ora apenas pensando em você, então você pode não estar orando bem. Há pessoas cujas orações giram em torno das expressões: "Senhor - o meu carro... Senhor - o meu pão... Senhor - a minha casa... Senhor - o meu dinheiro... Senhor - a minha roupa... Senhor - os meus sapatos... Senhor - a minha conta bancária... Senhor - o meu..., Senhor - o meu...". E o do outro? De um modo passivo, acabamos expressando algo como que "se vire", pois o importante é que eu esteja bem. Pode estar certo de que isso não agrada a Deus.
Sabe qual é a vontade do Senhor? Que você seja a causa da salvação de muitos. Não é o meu pão, mas é o pão nosso de cada dia. Não é apenas o perdão para os meus pecados, mas é o perdão para tantos outros que eu quero bem; não é só o livramento para a minha vida, mas é para todos aqueles que estão sendo tentados e precisam da proteção de Deus.
Deus não vai parar para ouvir a oração feita por um coração avarento, egoísta, ególatra, presunçoso, orgulhoso, petulante e narcisista. Jamais. O evangelho é uma mensagem de solidariedade. A Bíblia é um livro solidário, a ponto de, em Provérbios, estar escrito: "A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado" (Pv. 11:25). A Palavra do Senhor diz: "... dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão..." (Lc. 6:38). A Bíblia nos ensina a priorizar o outro. Se não houver, no seu coração, nenhuma predisposição à solidariedade, então pare e ore de outra forma: "Senhor, coloca no meu coração um sentimento de liberalidade e de solidariedade".
Quantas pessoas preferem ver a roupa apodrecendo no guarda-roupa a compartilhar com quem tem menos? Quantos preferem ver os sapatos mofando na sapateira a dá-los a quem pode menos? Quantos não tratam o cachorro com filé mignon e não tem coragem de oferecer um prato de sopa a alguém que bate na porta pedindo um pedaço de pão velho para comer? Quantas pessoas, dentro da própria família, vê o cunhado, o sogro ou a sogra passando privações, mas "dá de ombros", e diz: "E eu com isso?"; depois se deita e ora: "Pai Nosso que estás nos céus..." Deus sente repugnância por esse tipo de coisa. Nesses casos, Sua vontade é de gritar: "... porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca..." (Ap. 3:16). Como orar o Pão Nosso, se eu só me preocupo com a minha mesa? Como orar se eu só me preocupo com a minha casa, minha conta, minha cama, o meu..., o meu..., o meu...? Preciso estender a mão solidariamente, dizendo: "Dá-me mais pão porque eu quero dá-lo a quem precisa". Alguém disse: "Quando você morrer, não levará nada do que acumulou, só aquilo que você doou".www.familiaegraca.com.br
"O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje". Por que não o "meu pão", mas sim o "pão nosso?" Porque na oração do Pai Nosso existe a idéia de corpo.
Pai nosso (plural), pão nosso (plural), perdoa nossas dívidas (plural), livra-nos (plural). Isso é solidariedade. Se você ora apenas pensando em você, então você pode não estar orando bem. Há pessoas cujas orações giram em torno das expressões: "Senhor - o meu carro... Senhor - o meu pão... Senhor - a minha casa... Senhor - o meu dinheiro... Senhor - a minha roupa... Senhor - os meus sapatos... Senhor - a minha conta bancária... Senhor - o meu..., Senhor - o meu...". E o do outro? De um modo passivo, acabamos expressando algo como que "se vire", pois o importante é que eu esteja bem. Pode estar certo de que isso não agrada a Deus.
Sabe qual é a vontade do Senhor? Que você seja a causa da salvação de muitos. Não é o meu pão, mas é o pão nosso de cada dia. Não é apenas o perdão para os meus pecados, mas é o perdão para tantos outros que eu quero bem; não é só o livramento para a minha vida, mas é para todos aqueles que estão sendo tentados e precisam da proteção de Deus.
Deus não vai parar para ouvir a oração feita por um coração avarento, egoísta, ególatra, presunçoso, orgulhoso, petulante e narcisista. Jamais. O evangelho é uma mensagem de solidariedade. A Bíblia é um livro solidário, a ponto de, em Provérbios, estar escrito: "A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado" (Pv. 11:25). A Palavra do Senhor diz: "... dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão..." (Lc. 6:38). A Bíblia nos ensina a priorizar o outro. Se não houver, no seu coração, nenhuma predisposição à solidariedade, então pare e ore de outra forma: "Senhor, coloca no meu coração um sentimento de liberalidade e de solidariedade".
Quantas pessoas preferem ver a roupa apodrecendo no guarda-roupa a compartilhar com quem tem menos? Quantos preferem ver os sapatos mofando na sapateira a dá-los a quem pode menos? Quantos não tratam o cachorro com filé mignon e não tem coragem de oferecer um prato de sopa a alguém que bate na porta pedindo um pedaço de pão velho para comer? Quantas pessoas, dentro da própria família, vê o cunhado, o sogro ou a sogra passando privações, mas "dá de ombros", e diz: "E eu com isso?"; depois se deita e ora: "Pai Nosso que estás nos céus..." Deus sente repugnância por esse tipo de coisa. Nesses casos, Sua vontade é de gritar: "... porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca..." (Ap. 3:16). Como orar o Pão Nosso, se eu só me preocupo com a minha mesa? Como orar se eu só me preocupo com a minha casa, minha conta, minha cama, o meu..., o meu..., o meu...? Preciso estender a mão solidariamente, dizendo: "Dá-me mais pão porque eu quero dá-lo a quem precisa". Alguém disse: "Quando você morrer, não levará nada do que acumulou, só aquilo que você doou".www.familiaegraca.com.br
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Homengem a Messias, "Autoridade"
Ontem, dia 07/11, nos reunimos na Igreja Batista Betel para agradecermos a Deus pela vida do nosso irmão Messias. No dia 12/09, deste ano, Messias foi vítima de um grave acidente quase em frente da igreja deixando, dessa forma familiares, irmãos em Cristo e amigos todos apreensivos com relação à sua saúde. Mas, pela misericórdia divina, a sua vida foi polpada e Deus nos proporcionou de continuarmos desfrutando do seu carisma e da sua companhia agradável. O nosso Deus é o Deus do impossível, é o Deus que guarda e livra os seus filhos. Em Is. 49.15,16 está escrito: "Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei;" Nós devemos apenas confiar que esse Deus está no controle das nossas vidas, mesmo não sabendo o porquê ou para quê, estamos passando por adversidades, mas uma coisa sabemos: DEUS NÃO SE ESQUECE DE NÓS!!!!
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